Dentro do Marketing, o tema Branding me brilhou os olhos desde a época da faculdade, e ultimamente tenho estudando bastante sobre o tema lendo livros como “BrandSense” do Martin Lindstrom e “Marketing H2H” do Marcos Bedendo e Kotler.
Entendi que a humanização dos serviços e a cocriação com os clientes não é só uma tendência para os próximos anos, mas pilares do marketing do futuro (que já chegou). Ao correlacionar minha expressão artística com esse movimento, vi que a relação é mais óbvia do que imaginei, uma vez que a arte é uma das maneiras mais naturais de expressar autenticidade, seja da marca pessoal ou profissional.
Chamo essa abordagem de Branding Artístico, e é isso que eu ofereço em dois serviços:


A arte, por natureza, é sensorial e emocional. Ela toca as pessoas de forma única, despertando sentimentos, memórias e identificação. Quando uma marca incorpora elementos artísticos em sua identidade, ela deixa de ser apenas um produto ou serviço e passa a ser uma experiência humana.
Imagine uma marca que não só vende, mas também conta histórias, provoca reflexões e inspira. Isso é o branding artístico em ação: ele cria uma ponte entre o racional (o que a marca oferece) e o emocional (como as pessoas se sentem em relação a ela). Não é apenas estético, mas estratégico.
Nos conectarmos com a natureza é uma das formas mais poderosas de sermos mais humanos, pois somos originários dela. Nós somos o que sentimos. E como seria bom se esse olhar ao sagrado fosse cada vez mais natural entre nós.


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